quarta-feira, 12 de março de 2014

ACONTECEU A MOVIMENTAÇÃO PREVISTA EM FRENTE À ESCOLA PEDRO II EM LAJES RN

"A Universidade não pensa, a imprensa não pensa, a gente não pensa, a gente opta. Mas precisamos pensar" (Viviane Mosé, Filósofa)

É com essa frase da filosofa Viviane Mosé que explano meu desconforto com a queda de braço que tem atrapalhado o futuro dos alunos da Escola Estadual Pedro II e consequentemente da sociedade em que eles estão inseridos. Exatamente por isso vou me abster de optar nesse caso, procurei várias fontes indaguei pessoas e a mim mesmo e qual meu posicionamento nesse jogo, e a quem interessa este jogo?

Uma coisa é certa: me convenço cada vez mais que o público brasileiro tem os serviços públicos com a "qualidade" que merecem. Numa cidade com mais de 10.000 habitantes, e um povo indignado há duas semanas porque não haveria carnaval, o número de pais, alunos e sociedade civil preocupados com seu futuro é de uma conotação trágica e cômica. O fato é que até hoje, 12/03/2014, as aulas ainda não se iniciaram na Escola Estadual Pedro II, Lajes RN, depois cobraram um bom desempenho dos alunos no ENEM e nos Vestibulares.

Por que as pessoas que reclamam não tem a mesma atuação para reivindicar? Por que ainda estamos sujeitos a eventos desse tipo? Lembrem-se que os professores da escola não aderiram à greve. Por que a maior parte dos jovens se  tornam apáticos quando o assunto é educação e portanto seu futuro? Por quê?
 


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