segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ISRAEL, QUE TEVE SEU POVO QUASE EXTERMINADO, LUTA PARA EXTERMINAR OUTRO

Desculpem os simpatizantes de Israel, desde aqueles que são anti islâmicos até os que por causa da ligação bíblica defendem suas ações por mais bárbaras que sejam. As razões históricas que o motivam estão acima de qualquer sentimento de compaixão, respeito às leis e solidariedade mútua, o que busca-se de ambas as partes é o fim do outro povo.

Se a proporção da força fosse inversa, o mais provável é que os palestinos já teriam seu território invadido por forças norteamericanas e aliados e até mesmo a cúmplice ONU. Aliás, é perceptível que essas três letrinhas não são nada mais que um órgão responsável por defender os interesses de 4 países e seus aliados: Estados Unidos, Inglaterra, França e Alemanha.

A grande mídia como sempre defendendo os interesses desse bloco, afirma que Israel alerta antes dos ataques para que civis possam se refugiar, Onde? se nem as escolas da ONU e hospitais eles respeitam? Só crianças palestinas mortas já passam de 300. 

O pior é que um cessar fogo por mais que duradouro jamais será definitivo, afinal, como fazer um ser que perdeu toda sua família em um bombardeio não sentir repulsa por seus algozes? Outra questão que meu professor de Universidade, Gilmar, dizia era: "o grande problema daquele conflito é que são duas verdades se confrontando." Nesse caso ele atêm-se as razões religiosas e a disputa por Jeruzalem.

O que ele chama de "verdades" eu chamo de mentiras, pelo fato de que a verdade de um é uma mentira para o outro. Ah, e não engane-se, o fundamentalismo religioso não é só do lado muçulmano, e o ódio também não faz parte apenas dos militantes do Hamas, é evidente que os dirigentes de Israel praticam um genocídio, o mesmo que Hitler praticou contra seu povo.



Fontes: jornaloexpresso.wordpress.com.               dceunir.blogspot.com                 

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